A transição energética do Brasil já ultrapassou o impulso legislativo e avança para as primeiras fases de implementação comercial em segmentos emergentes de energia limpa, como combustíveis sustentáveis, captura e armazenamento de carbono (CCS) e hidrogênio de baixo carbono. Desenvolvimentos recentes, incluindo o lançamento da Estratégia Nacional de Descarbonização Industrial na COP30 e as primeiras entregas domésticas de SAF, sinalizam avanços concretos, ao mesmo tempo em que evidenciam os desafios ainda existentes.
À medida que o debate evolui da ambição para a execução, quais condições ainda são necessárias para que o Brasil consiga escalar SAF, CCS e hidrogênio, transformando-os em indústrias comercialmente viáveis?